2011 para mim foi um ano marcado por uma palavra: escolhas. Claro que fiz inúmeras delas no meu cotidiano, mas nesses últimos 365 dias nunca esse fator esteve tão presente para realizações tão cruciais para mim. A começar pela busca pela minha primeira experiência profissional como designer. Entrevistas foram e vieram, juntamente com um nervosismo específico que eu me lembro muito bem até hoje – a insegurança de perguntas cuja resposta mais apropriada você desconhece, seguida de silêncios constrangedores. A escolha de lidar com uma vida dividida entre trabalhos acadêmicos e profissionais também mostrou ser um grande desafio, sem contar na pressão constante de não ter um tempo livre para dedicar para meus hobbys – tão presentes em etapas anteriores de minha vida – como a escrita de posts ou sessões de jogos menos fragmentadas.
Esses questionamentos levaram, consequentemente a mudanças. Mudanças no meu hábitos alimentares, por exemplo. O Guilherme Schmitt de 2010 jamais poderia conceber a realidade de passar uma semana sem consumir carne, ou ingerir alimentos naturais sem asteriscos de “créditos de gordura” para ter a liberdade de comer outras coisas. 2011 fiz meus investimentos em artigos tecnológicos pessoais – smartphone e tablet que, de fato, transformaram a maneira com que eu lido com informações hoje em dia. O que é melhor investir? Eu realmente vou precisar daquele recurso do modelo mais caro? Qual o tempo de vida útil que eu espero que esse aparelho tenha?
No final das contas, o fato dessas escolhas serem certas ou erradas é irrelevante – o que realmente importa é que elas adicionaram muito para minha visão de mundo e para minhas atitude diante de com novas decisões no futuro. Tudo é um questão de ponto de vista. Basta e olhar por todas elas e ter a sensatez de fazer aquilo que permuta entre a linha tênue dos atos instintivos e racionais. Dessa vez, porém, a razão e a emoção entraram em acordo – ano que vem promete ser ainda melhor. Hora de fazer essas escolhas valerem a pena. 2012 chegou.











